quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Apartheid em Israel?
Quando ouvimos falar do conflito árabe-israelense, não é raro ouvirmos que Israel está reproduzindo políticas de segregação por raça ou etnia. Uma acusação que não é bem verdade. Não querendo defender as estratégias de defesa do Estado israelense contra seus vizinhos árabes, mas é que as diferenças entre o que aconteceu na África do Sul até 1994 e o que acontece em Israel hoje são inegáveis. Na África do Sul havia uma política de segregação oficial: havia restaurantes para negros e restaurantes para brancos; havia banheiros para negros e banheiros para brancos; escolas para negros e escolas para os brancos; hospitais para os negros e hospitais para brancos e assim por diante. Um negro jamais seria atendido em um hospital para brancos não importando o quão grave fosse o seu estado de saúde. Além disso, apenas os brancos poderiam ser funcionários públicos e os negros só poderiam circular em áreas residenciais para brancos se tivessem uma espécie de passe. Em Israel nada disso acontece. É claro que há discriminação, mas são atitudes pessoais e não política de Estado. Árabes israelenses podem votar, têm partidos políticos, estudam nas mesmas escolas, e é até possível encontrá-los dividindo um quarto de hospital com um israelense. Se há um controle sobre a movimentação palestina, isso se deve aos riscos de ataques terroristas, infelizmente.
A Alemanha vai investir em energia limpa, mas e o Brasil?
Deu no G1 que a Alemanha irá substituir suas usinas nucleares por formas de geração de energia mais sustentáveis como a eólica, a biomassa e solar. Atualmente, essas fontes respondem por apenas 16% da matriz energética alemã, porém, chegarão a 80% até 2050. Isso se dará através de enormes investimentos não apenas na capacidade instalada, ou seja, na quantidade de turbinas eólicas ou painéis fotovoltaicos, mas também através de pesquisas para aumentar a eficiência nesses métodos. Além disso, que produzir energia elétrica em casa (energia solar, por exemplo) poderá vendê-la, havendo incentivo para isso.
Enquanto isso, na nossa querida terra brasilis, o governo importa tecnologia alemã para construir usinas nucelares, que a própria Alemanha não quer mais, ao invés de investir na geração de energia limpa, sendo que temos um potencial natural muito maior que os germânicos.
Parte disso se deve também ao lobbies das grandes construtoras e empreiteiras junto aos políticos. Usinas Hidrelétricas consomem muito mais recursos (dinheiro, matérias-primas) abrindo espaço para corrupção e favorecimentos de toda espécie. Se alguém ainda tem dúvidas a respeito disso, basta se atentar para a quantidade de políticos e partidos que são financiados por essas empresas durantes as campanhas (caixa 1, legal), fora os caixas 2...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Documentário "Inverno Demográfico"
Sempre ouvimos falar das consequências ambientais e sociais de uma população tão numerosa, mas quais serão as consequências se as taxas de natalidade caírem demais? Assista neste ótimo documentário.
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